sexta-feira, 23 de julho de 2010


Das displicências;

vindas dó céu, partículas invisíveis acalentam a alma, ainda foragida da conjuntura, um despudor macio, calmo, quase tão distante quanto o objeto de ser. os retratos presos na memória pesam e refletem suas vidas no silêncio que vê sem se pronunciar, na estaticidade. e imóvel, distante caminha ao nada como quem tem sede que não pode ser saciada, e encontra, sem muito respirar, em um espectro se pálpebras, o instante em que é invadida pelo algo que faz a pele tremer, como um passáro branco flutuando livre.. como a vida em sua primeira res, pir-ação.



"but i can't help the feeling
i could blow through the ceiling
if i just turn and run
it wears me out, it wears me out
it wears me out, it wears me out
if i could be who you wanted
all the time..
"






3 nominais:

Salve Jorge disse...

Respiração
És
Pira
São
Rés
Aos pés
Nem pão
Nem pôr
Ao par
Viés
De esquecer o do chão...

Augusto S. disse...

desde que nao lhe falte o ar. A sede de segui nao se mata com agua mas com simples passos.

Faz tempo que nao passo aqui

Thiago disse...

alguma coisa está fora da ordem, fora da nova ordem mundial ;)

sede de saudade.