Atentas, as duas no espelho observando além do reflexo no vidro sujo. Num gesto impensado livre de qualquer lógica aritimética estende a mão, e ela segura como quem sabe que se puxa as faces se fundem, num balanço malemolente de pálpebras; todos os anseios seus e sonhos dela. Ausência em tons pastéis de uma brisa altruísta; permanencia no mundo dos reflexos. Ela sendo outra, outra sendo ela.
A luz apagou.
A luz apagou.
ps. da coletânea de textos esquecidos
numa gaveta qualquer, de minha autoria.
16 nominais:
tenho a impressão às vezes que nosso reflexo sempre tem algo a nos dizer! Li a tua indicação, deliciosa! Obrigado viu?
sendo outra para alguém?
na maior parte dos casos,
acendemos a luz para ver.
mas nesse caso, especificamente,
a visão só começa a acontecer
quando a luz é apagada.
Ciao gironzolavo tra i blog ed eccomi qua..molto bella la foto del tuo avatar..
Um diálogo antigo com teu antigo...
http://salvesalvejorge.blogspot.com/2007/08/fbula-ou-na-contra-mo-dos-sentidos.html
gostei muito Jorge!
eu gosto muito daqueles diálogos assim! Com se chama? :)
"...ele estendeu a mão, tinha dedos até bonitos ele, juntas nodosas revelando angústia e sensibilidade como diria Alice..."
gostei do texto, pekeno mas me fez refletir sobre mts coisas........vlw viu!
Reflexos reflexos...
Como diz thiago: sempre tem algo a nos dizer.
Gostei de passar por aqui!
Beijo na alma
posso dizer que
o que mais me agrada
em seu silêncio é
que ele é escrito.
Estou atónito com o teu blog.
Tanta qualidade, tanta arte para alguém com "apenas" 20 anos!
Espantoso e parabéns, pois claro.
Já agora, de onde vem o titulo deste blog?
Bjos daqui
Pierrot
gostei daqui..
e também das cores.
=]
o teu nome hehehe :)
Bom final de semana!
belíssimo texto, predicativa. hehehe ;)
Como se esquece uma perfeição dessas??Tão rica de ensinamentos? tanta coisa pensei dai...
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